sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A genética do envelhecimento

Tema:Envelhecimento_doenças cardiovasculares
Referente a disciplina de Genética
Postado por:Jeane Sales Silva,Alessandra Ferraz Linhares,Marcos Renato Ribeiro da Hora,Matheus Silva Monteiro,Izabela Maria Souza Melo,Raquel Canguçu Silva,Rafaela Cristina de Oliveira Rodrigues e Renan Roberto Sandim.
Alunos do curso de Fisioterapia_2° período





Ao nascer cada um trás consigo os genes que são herdados de seus familiares e que vão ser levados por toda a vida, passando futuramente aos seus descendentes. No ato de envelhecer, o declínio fisiológico e a redução das respostas dada pelo organismo propiciam o aparecimento de doenças. Isso é, possivelmente, resultado de um programa genético que determina a maior ou menor facilidade do individuo ser afetado por determinadas doenças.

O pesquisador F. Schachter (1994) citou que genes responsáveis pelo transporte de colesterol e o do controle de PA podem estar relacionado a longevidade humana. O pesquisador destaca também que a alteração dos genes para certas patologias, tais como: doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e câncer, poderiam ter suas manifestações retardadas, diminuindo assim doenças que são comuns nas populações idosas.



Outro fator que pode ter grande importância no aparecimento de doenças cardiovasculares são os telômeros. Eles são responsáveis pela proteção do genoma, caso não houvesse os telômeros o material genético seria perdido toda vez que ocorresse a divisão celular. Os encurtamentos e a diminuição da produção celular sofridos pelos telômeros podem ocasionar um desequilíbrio entre as taxas de perda e renovação celular, ocorrendo assim falência dos sistemas e órgãos, podendo levar a morte.

Muitos cientistas tentam descobrir, além dos oitos que já são conhecidos, os genes relacionados com a longevidade. Eles estudam mecanismos de manipulação do gene (química ou físicamente) como forma de estender e superar aspectos marcantes do envelhecimento. O estudo da genética se torna importante, principalmente em relação ao envelhecimento. A identificação de fatores internos (genes) e externos (ambiente) que afetam simples ou complexamente a vida do ser humano pode ajudar no desenvolvimento de drogas e até mesmo elaborar formas de prevenção de doenças que acometem os idosos.

Contudo, o envelhecimento é acompanhado por mudanças anatômicas, emocionais, fisiológicas que se fazem presente de forma marcante. A manifestação gênica, exceto nos casos das síndromes, vem sempre associada ao fator ambiental, portando, o estilo de vida que se leva acarreta mudanças no fenótipo do individuo. A genética não traça um caminho certo, ela pode ser moldada para se conseguir maior beneficio para a saúde. Como já foi dito, a configuração genética ajuda a determinar o curso do envelhecimento, mas a longevidade está mais relacionada com o estilo de vida da pessoa do que só com a constituição gênica.



Referências bibliográfica:

http://www.unati.uerj.br/tse/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-98232007000300002&lng=en&nrm=iso


GIAMPAPA, V; PERO, R; ZIMMERMAN, M. A solução para não envelhecer – 5 passos simples para se manter jovem. Editora Cultrix. Edição 2005.Disponíve em : http://www.cdof.com.br/O%20PROCESSO%20DE%20ENVELHECIMENTO%20E%20SUAS%20ALTERA%C7%D5ES%20FISIOL

%D3GICAS%20NO%20ORGANISMO.pdf


Fonte da imagem 1 : http://www.wallstreetfitness.com.br/fique_por_dentro/artigo/1264/gene-da-obesidade-gene-do-envelhecimento-gene-da-imunodeficiencia-gene-do-autismo-gene-da-calvicie-gene-da-gagueira/


Fonte da imagem 2: http://www.medicinageriatrica.com.br/wpcontent/uploads/2007/09/telomerase1.jpg


ASPECTOS NEUROANATOMICOS NA DEMÊNCIA EM IDOSOS

FISIOTERAPIA PUC MINAS - 2º PERÍODO - POSTAGEM DE NEUROANATOMIA

Gabriela Aparecida Moreira Diniz, Gustavo Almeida Alves, Lorena Ferreira dos Santos Costa, Marcela Mara Sá Paixão, Nayara Karolina Reis, Vânia Martins da Costa Melo)


A população mundial está envelhecendo, principalmente nos países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. A terceira idade é a faixa etária que mais cresce nas apresentações dos censos demográficos.
No Brasil 15 milhões de pessoas,hoje em dia tem idades acima de 60 anos. Daqui a 20 anos serão contabilizados 32 milhões. Assim, irá haver um aumento de doenças próprias da velhice, tais como as doenças cardíacas, a osteoporose e as doenças neurológicas degenerativas, onde as demências têm um destaque todo especial.
A demência tem várias causas,dentre elas, vascular,obstrução de pequeninas artérias cerebrais (Biswanger) ou por causas cardio-respiratórias (parada cardíaca ou outra causa de falta de oxigênio no cérebro).
A demência vascular apresenta quadro clínico mais agudo (repentino), após evento neurológico tipo derrame ou trombose. Exames clínicos, como a tomografia computadorizada ou a ressonância magnética de crânio, auxiliam no diagnostico.
Essas enfermidades são facilmente confundida com a doença de Alzheimer. A D.A é de origem degenerativa.
No quadro clínico são apresentados 3 estágios :
- Primeiro estágio dura de 1 a 3 anos, caracterizado por esquecimento leve, alguns episódios e períodos rápidos de delírios e falta de iniciativa no dia-a-dia.
-No segundo estágio, ocorre a piora das funções cerebrais cognitivas (memória, linguagem, orientação no tempo e no espaço). Piora dos delírios, com alucinações auditivas e visuais (ouve e vê coisas )
- No terceiro estágio a fase é mais avançada, com rigidez muscular e confinamento ao leito.
Como na doença de Alzheimer o diagnóstico é feito pelo médico, através do exame clínico,para se obter certeza a biópsia cerebral,é o exame definitivo.
Existem outros tipos de demência como a doença de Pick descrita pela primeira vez por Arnold Pick, em 1892, na cidade de Praga, República Tcheca. É um quadro degenerativo cerebral, onde os sintomas estão associados à atrofia cerebral do lobo temporal esquerdo ou lobos fronto- temporal.É um tipo raro de demência, com menos de 5% de todos os casos. É raríssimo após a idade de 70-75 anos. Ocorre mais em pessoas entre 45-65 anos de idade.
O quadro clínico pode ser de dois tipos:
- Comprometimento frontal: paciente falante, inquieto, despreocupado, com pouca iniciativa, apresentando mudança de personalidade e alterações de linguagem (fala vazia, sem nexo ou repetitiva).
-Comprometimento fronto-temporal: apatia, sexualidade exacerbada, mudança de hábito alimentar. Também pode apresentar uma afasia de entendimento e de expressão ( não se entende o que se vê ou o que se fala).
O diagnóstico provável também é clínico, sendo que o diagnóstico de certeza é feito somente com a biópsia cerebral ou pós-morte (necropsia).

Em 1872, George Huntington descreveu uma doença neurológica que tinha três características principais: hereditária,evolui para demência e ocorria na fase adulta ( não na terceira idade). Em 1993, o gene que provoca esta doença foi decodificado, localizando-se no braço curto do cromossoma 4.
Esta doença pode ocorrer entre 25 a 50 anos ( principalmente por volta dos 40 anos). O quadro clínico inicia-se com movimentos involuntários na face, nos ombros e nas mãos (coréia). Depois, aparecem falhas de memória, alterações na fluência verbal e na realizações de cálculos, que piora progressivamente. Também ocorrem em fases mais iniciais os distúrbios de ordem psiquiátricas, tais como a depressão e agressividade.
Os sintomas mais conhecida são, os tremores de extremidades, a dificuldade de macha, instabilidade postural (perder o equilíbrio) e a rigidez dos músculos.


REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA

ALMEIDA, O.P.; FLICKER, L. - The mind of a failing heart: a systematic review of the association between congestive heart failure and cognitive functioning. Intern Med J 31:290-5, 2001. [ Links ]

ALMEIDA, O.P.; TAMAI, S. - Congestive heart failure and cognitive functioning amongst older adults. Arq Neuropsiquiatr 59:324-9,2001. [ Links ]

ALVES, T.C.T.F.; RAYS, J.; FRAGUAS, R.; WAJNGARTEN, M.; PRANDO, S.;
MENEGHETTI, J.C.; BUSATTO, G.F. - Localized cerebral blood flow reductions in subjects with heart failure: a study using 99mTc-HMPAO SPECT. J Neuroimaging 15:150-6, 2005. [ Links ]

ANDRE-PETERSSON, L.; HAGBERG, B.; JANZON, L.; STEEN, G. - A comparison of cognitive ability in normotensive and hypertensive 68-year-old men: results from population study "men born in 1914" in Malmo, Sweden. Exp Aging Res 27:319-40, 2001. [ Links ]

ANTONELLI INCALZI, R.; TROJANO, L.; ACANFORA, D. et al. - Verbal memory impairment in congestive heart failure. J Clin Exp Neuropsychol 25: 14-23, 2003. [ Links ]

ASHBURNER, J.; FRISTON, K.J. - Voxel-based morphometry—the methods. Neuroimage 11:805-21, 2000. [ Links ]

ASIMAKOPOULOU, K.G.; HAMPSON, S.E.; MORRISH, N.J. - Neuropsychological functioning in older people with type 2 diabetes: the effect of controlling for confounding factors. Diabet Med 19:311-6, 2002. [ Links ]

BALDWIN, R.C.; O'BRIEN, J. - Vascular basis of late-onset depressive disorder. Br J Psychiatry 180:157-60, 2002. [ Links ]

BENNETT, S.J.; PRESSLER, M.L.; HAYS, L.; FIRESTINE, L.A.; HUSTER, G.A. - Psychosocial variables and hospitalization in persons with chronic heart failure. Prog Cardiovasc Nurs 12:4-11, 1997. [ Links ]

BENNETT, S.J.; SAUVE, M.J. - Cognitive deficits in patients with heart failure: a review of the literature. J Cardiovasc Nurs 18:219-42, 2003. [ Links ]

BERTOLUCCI, P.H.; BRUCKI, S.M.; CAMPACCI, S.R.; JULIANO, Y. - [The Mini-Mental State Examination in a general population: impact of educational status]. Arq Neuropsiquiatr 52:1-7, 1994. [ Links ]

BRADAC, G.B.; NUSSEL, F.; FERSZT, R. - Lesions of high signal intensity at magnetic resonance imaging in vascular dementia. Acta Radiol Suppl 369:385-7, 1986. [ Links ]

CABEZA, R.; NYBERG, L. - Imaging cognition II: An empirical review of 275 PET and fMRI studies. J Cogn Neurosci 12:1-47, 2000. [ Links ]
CAMARGO, E.E. - Brain SPECT in neurology and psychiatry. J Nucl Med 42:611-23, 2001. [ Links ]

CHALMERS, K.; WILCOCK, G.K.; LOVE, S. - APOE epsilon 4 influences the pathological phenotype of Alzheimer's disease by favouring cerebrovascular over parenchymal accumulation of A beta protein. Neuropathol Appl Neurobiol 29:231-8, 2003. [ Links ]

COFFEY, C.E.; FIGIEL, G.S.; DJANG, W.T.; SAUNDERS, W.B.; WEINER, R.D. - White matter hyperintensity on magnetic resonance imaging: clinical and neuroanatomic correlates in the depressed elderly. J Neuropsychiatry Clin Neurosci 1:135-44, 1989. [ Links ]

DE LA TORRE, J.C. - Cerebral hypoperfusion, capillary degeneration, and development of Alzheimer disease. Alzheimer Dis Assoc Disord 14 (Suppl 1):S72-81, 2000. [ Links ]

DE LA TORRE, J.C. - Alzheimer's disease: how does it start? J Alzheimers Dis 4:497-512, 2002. [ Links ]

DEARY, I.J.; CAPEWELL, S.; HAJDUCKA, C.; MUIR, A.L. - The effects of captopril vs atenolol on memory, information processing and mood: a double-blind crossover study. Br J Clin Pharmacol 32:347-53, 1991. [ Links ]

A influência dos componentes dietéticos e dos marcadores bioquímicos nas doenças cardiovasculares

Tema:Envelhecimento_doenças cardiovasculares
Referente a disciplina de Bioquímica
Postado por:Jeane Sales Silva,Alessandra Ferraz Linhares,Marcos Renato Ribeiro da Hora,Matheus Silva Monteiro,Izabela Maria Souza Melo,Raquel Canguçu Silva,Rafaela Cristina de Oliveira Rodrigues e Renan Roberto Sandim.
Alunos do curso de Fisioterapia_2° período





FONTE DA IMAGEM: http://alimentesecomsabedoria.blogspot.com/2009_07_01_archive.html


A população idosa do Brasil vem crescendo e para que o individuo tenha uma velhice saudável a prática de hábitos de vida saudável e exames clínicos periódicos são importantes na prevenção,no controle e no tratamento das doenças cardiovasculares,que hoje,representam uma das maiores causas de mortalidade no país.Várias são as características que podem levar o indivíduo a desenvolver doenças cardiovasculares, porém, destacamos aqui, as influências dos componentes dietéticos e dos marcadores bioquímicos (em especial as dislipidemias) no desenvolvimento destas doenças.

O consumo elevado de colesterol, lipídios, ácidos graxos saturados e o pouco consumo de fibras, contribuem para o desenvolvimento da obesidade, da hipertensão arterial sistêmica e do diabetes, que são fatores de risco para as doenças cardiovasculares. O baixo consumo de gorduras na dieta contribui para que o individuo tenha níveis de colesterol mais baixos e diminui o risco de cardiopatia coronariana,no entanto,o mais importante a observar-se é o tipo de gordura ingerida,pois,quando substitui-se as gorduras saturadas por insaturadas os níveis séricos de lipídeos e colesterol se reduzem na maioria dos casos.

Com exceção do ácido esteárico, os demais ácidos graxos aumentam os níveis séricos de lipoproteínas, principalmente de LDL _colesterol levando a menor depuração deste na circulação. O aumento do LDL-colesterol do sangue, favorece o aparecimento de placas ateromatosas, aumentando assim, o risco de ataque cardíaco.

A relação das lipoproteínas com as doenças cardiovasculares envolve a formação de células espumosas, resposta inflamatória, alterações plaquetárias, alterações do endotélio e formação de placas ateroscleróticas. Entre outros fatores envolvidos neste processo temos as dislipidemias, que se referem aos níveis de colesterol (HDL e LDL) e triagliceróis no sangue fora dos padrões ideais. O risco por doença cardiovascular pode ser reduzido em 15% quando se reduz o nível de colesterol plasmático.

“A ingestão de gordura polinsaturada (ácidos graxos ômega-3 e ômega-6) e monoinsaturada estão relacionadas a menores riscos de enfermidades cardíacas.”¹ Portanto, entre as medidas preventivas para as doenças cardiovasculares temos:

*A redução na ingestão das gorduras saturada;

*A ingestão de antioxidantes em especial a vitamina E e flavonóides (presentes,no morango,cebola roxa,vinho,entre outros.) uma vez que a oxidação do LDL-c na parede das artérias ,é fator de risco para as coronariopatias;

*A prática de exercícios físicos, pois, melhora o perfil lipídico a longo prazo além de outros benefícios.


Referências bibliográficas:

¹CASTRO,L.C.V.;FRANCESCHINI,S.C. C.;PRIORE,S.E.;PELÚZIO, M. C. G. Nutrição e doenças cardiovasculares: os marcadores de risco em adultos. Rev.Nutr. , Campinas,17(3):369377,jul./set.,2004. Disponível em : http://www.scielo.br/pdf/rn/v17n3/21886.pdf , visualizado em 17/10/2010.

²RIQUE, A.B.R;SOARES,E.A.;MEIRELLES,C.M. Nutrição e exercício na prevenção e controle das doenças cardiovasculares. Rev Bras Med Esporte _ Vol. 8, Nº 6 – Nov/Dez, 2002 Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbme/v8n6/v8n6a06.pdf ,visualizado em 17/10/2010.











Dados epidemiológicos sobre o câncer

Nome: Amanda Alves Cardoso, Ana Luisa Ribeiro, Carla Cristina M. Barros, Cintia Emilia de Marcos, Clélia Rodrigues Ferreira, Elisabeth Mary Rodrigues, Jéssica Junia Aparecida, Kamila de Cássia G. Perdigão, Mariana de Resende Vilela, Samara Ferreira Cardoso

FISIOTERAPIA PUC MINAS - 2º PERÍODO - POSTAGEM DE EPIDEMIOLOGIA


O câncer é responsável por 12% dos óbitos no planeta. Segundo a International Union Against Cancer, em 2020 haverá 15 milhões de casos novos, tendo assim um aumento de 4 milhões em relação a 2002. Esse aumento se deve pela exposição de indivíduos aos fatores de risco como: tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas, sol, alimentação inadequada dentre outros.
Nas duas primeiras décadas no século passado alguns países desenvolvidos já apontavam o câncer como uma das doenças que possuíam um elevado índice na taxa de mortalidade. Por este motivo em 1920 EUA e Europa determinaram que deveria ter propostas para uma política anti câncer na legislação sanitária brasileira, mas o primeiro plano anti câncer brasileiro ocorreu apenas em setembro de 1922 no primeiro congresso nacional dos práticos no Distrito Federal apresentado por Fernando Magalhães. Após esse congresso o câncer deixou de ser um encargo exclusivo da área médica para um problema de saúde pública. O primeiro centro destinado à luta contra o câncer no país foi fundado em Belo Horizonte no ano de 1922.
Com o passar dos anos a incidência de câncer vem aumentando paralelamente com o envelhecimento da população. Pois com o aumento do número de idosos gera uma grande incidência de doenças crônico-degenerativas como o câncer (que é a segunda maior importante causa de morte nos idosos), gerando um grande empenho do Sistema Único de Saúde (SUS) para atender adequadamente os doentes que já chegam ao número de 23% dos gastos públicos hospitalares no país.
A morbidade e mortalidade associadas a diferentes tipos de câncer aumentam com o decorrer da idade. Os dois tipos de câncer mais comum nos idosos são: próstata e mama. Segundo Maria Fernanda Lima Costa e Sandhi Maria Barreto, ambas produtoras do artigo “Tipos de estudos epidemiológicos: conceitos básicos e aplicações na área do envelhecimento”, afirmam que a prevenção secundaria através da detecção precoce, é a melhor forma de redução da mortalidade associada aos cânceres mencionados acima.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=48


http://www.scielo.br/pdf/rbepid/v8n4/07.pdf


http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=87



Efeitos do treinamento de resistência na força muscular e níveis de fadiga em pacientes com câncer de mama

Nome: Amanda Alves Cardoso, Ana Luisa Ribeiro, Carla Cristina M. Barros, Cintia Emilia de Marcos, Clélia Rodrigues Ferreira, Elisabeth Mary Rodrigues, Jéssica Junia Aparecida, Kamila de Cássia G. Perdigão, Mariana de Resende Vilela, Samara Ferreira Cardoso

FISIOTERAPIA PUC MINAS - 2º PERÍODO - POSTAGEM DE METODOLOGIA




O artigo analisado “Efeitos do treinamento de resistência na força muscular e níveis de fadiga em pacientes com câncer de mama” mostra a importância da fisioterapia para mulheres com câncer de mama.

O objetivo do presente estudo foi o de examinar os efeitos de um programa de prescrição de exercício físico individualizado, com ênfase no treinamento resistido, na força muscular e nos níveis de fadiga em pacientes portadoras de câncer de mama em tratamento.

A principal mensagem é mostrar os fatores decorrentes do câncer, tendo como base os efeitos colaterais, pois o mesmo chega a comprometer a qualidade de vida do paciente. Pelo motivo desse comprometimento, exercícios a serem realizados devem ser bem estudados, tanto quanto os que serão feitos com intensidade realizada, tanto a falta quanto o excesso desses exercícios podem provocar esses ditos efeitos colaterais.

O experimento foi bem planejado e realizado, pelo fato de terem utilizado grupo de controle (56,6 a 16,0 anos) e grupo experimental (57,5 a 23 anos), os pré- requisitos apresentados para a seleção foram: critérios de inclusão, mulheres recentemente diagnosticas com câncer de mama, designadas para cirurgia definitiva, designadas para quimioterapia, radiação ou uma combinação desses tratamentos após cirurgia, e idade entre 40 e 70 anos na época do estudo. Além disso, houve critérios para exclusão: mulheres com doenças metastáticas, deficiência imunológica, doença cardiovascular, doença respiratória crônica ou aguda e anormalidades crônicas ou agudas musculares, ósseas ou articulares e com a idade correta. As separações dos grupos foram aleatórias (randomizadas), o artigo apresenta validade interna, mas não apresenta a validade externa pois não quer dizer que as outras mulheres com câncer de mama serão beneficiadas pelos exercícios da amostra em questão. Com várias informações sobre o decorrer do estudo, tendo organização em relação aos exercícios a serem realizados, houve a intervenção direta. Exames foram realizados tanto antes quanto depois do estudo em ambos os grupos. Porém o artigo não cita se o médico que analisou os pacientes sabia da intenção da intervenção, sendo assim isso irá ser um viés.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


BATTAGLINI,C.; BOTTARO,M.; DENNELY,C.; BARFOOT,D.; SHIELDS,E.; KIRK,D.; HACKNEY,A.C. Efeitos do treinamento de resistência na força muscular e níveis de fadiga em pacientes com câncer de mama. Rev Bras Med esporte –vol. 12, Nº 3- Mai/Jun, 2006.


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh6A7d2hjloW1ulhzl06vfUvcmT-Gb6rtRxFzLL5j3cRPRYGOhDQnWUpiQXMFoekjMxvRd4r8gVmc0438jEA0jSVetzvNHUikSqXi8P1tl7hw_hi-kziMjH66RHgZCxl0g6bu6q-2N6hwdE/s1600/494665.jpg

Doenças mais comuns nos idosos

Tema:Envelhecimento_doenças cardiovasculares
Referente a disciplina de Epidemiologia
Postado por: Jeane Sales Silva,Alessandra Ferraz Linhares,Marcos Renato Ribeiro da Hora,Matheus Silva Monteiro,Izabela Maria Souza Melo,Raquel Canguçu Silva,Rafaela Cristina de Oliveira Rodrigues e Renan Roberto Sandim.
Alunos do curso de Fisioterapia_2° período




Fonte: capa do livro de epidemiologia, Bellusci, S,M- Ed. Senac social/2007

O crescimento da população idosa vem aumentando cada vez mais. Isso se deve ao maior acesso do cidadão aos serviços sociais em geral (educação, saúde, saneamento básico, entre outros), como também uma preocupação em se ter melhor qualidade de vida. O número da população senil cresce no mundo no decorrer dos anos.
Velhice não é sinônimo de doença. O que ocorre são manifestações nos aspectos emocionais, biológicos e sociais do ser humano. As várias alterações fisiológicas do idoso, decorrentes do avanço da idade, fazem com que eles sejam mais susceptíveis a doenças crônicas degenerativas (insuficiência cardíaca congênita, doenças coronarianas, cardiomiopatia, hipertrófica, entre outras), sendo mais comuns às doenças relacionadas ao coração. O quadro abaixo apresenta as patologias do coração mais comuns nos idosos:



A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelece uma abordagem na prevenção e controle integrado das doenças cardiovasculares, visto serem as mais comuns nos idosos. O uso de inquéritos de saúde é realizado como forma de coletar e construir um perfil do risco no processo de saúde. Isso ajuda a orientação de uma atenção multiprofissional voltada na prevenção das doenças crônicas e na preocupação com políticas de saúde que sejam voltadas para a população idosa. Tudo isso, contribui para que a população tenha um envelhecimento mais digno e saudável.

Com o envelhecimento aumenta-se o risco funcional do organismo e a perda da qualidade de vida. A atuação do fisioterapeuta se torna importante na promoção, prevenção, ou seja, ao nível da atenção primária, com profissionais voltados preocupados com uma assistência de qualidade.



Referências Bibliográficas:

KALACHE, A. VERAS, R. P. RAMOS, L. R. O envelhecimento da população mundial. Um desafio novo. Disponível em: http://www.scielosp.org/scielo.php?id=S003489101987000300005&script=sci_arttext&tlng=ptpt

ZASLAVSKY,C. ;GUS, I. Idoso. Doença Cardíaca e Comorbidades .Disponível
em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0066782X2002001500011&script=sci_arttext&tlng=en

PEREIRA, J. C. ;BARRETO, S. M. ;PASSOS, V. M. A. O perfil de saúde cardiovascular dos idosos brasileiros precisa melhorar: estudo de base populacional . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0066782X2008001300001&script=sci_arttext&tlng=es